Escrito por Instituto Mix Tempo de leitura: aproximadamente 2 minutos.

Prepare-se para um número gigantesco! O volume de recursos em poder das mulheres deve somar os US$ 93 trilhões em 2023, valor estipulado segundo dados do relatório do Boston Consulting Group, dos Estados Unidos. Os números são promissores e acompanham a evolução da participação feminina também por aqui, na Bolsa de Valores brasileira.

De acordo com as empresas ligadas à Bolsa de Valores, as mulheres representaram 26,2% dos 3,2 milhões de pessoas físicas cadastradas na Bolsa ao longo do ano de 2020. O destaque, segundo o relatório, fica por conta da taxa de crescimento das mulheres: 118,1% na comparação ano a ano, muito à frente da evolução de 84,3% do público masculino.

Dados dos investimentos das mulheres no Brasil


Um estudo realizado pelo Mckinsey Global Institute, diz que a promoção da igualdade de condições de trabalho promoveria um incremento de cerca de 30% do produto interno bruto (PIB) brasileiro. Existe então, uma correlação positiva entre maior produtividade econômica da mulher, principalmente empresárias, e o crescimento econômico de um país. Mulheres geram emprego e oportunidades para outras mulheres, fomentando uma rede de crescimento e de grande aprendizado.

Hoje o Brasil é o sétimo país com maior número de mulheres empreendedoras, de acordo com dados levantados pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada com 49 nações. Totalizam mais de 24 milhões de brasileiras que tocam negócios próprios, movendo a economia e gerando empregos.

A mesma pesquisa organizada pela GEM, feita com base em dados de 2018, revelou que as mulheres empreendedoras estudam 16% a mais do que os homens: enquanto eles dedicam, em média, 8,5 anos à formação, elas investem 9,9 anos de suas vidas. E mesmo assim, elas ganham menos: o rendimento médio mensal das empresárias é 22% menor. 

Um desafio duplo! 


Para muitas mulheres empreendedoras, o principal desafio ainda costuma ser conciliar o trabalho, que demanda muito preparo e atenção, e a vida pessoal. Especialmente quando há filhos ou uma família inteira para administrar.

Por mais que alguns pais ajudem nas atividades, e tentem organizar uma rotina dinâmica, a mãe ainda tem um papel fundamental quanto cuidar dos filhos. Para as pequenas empreendedoras, que querem investir em negócios promissores, o desafio se torna ainda maior. Mas, nada impossível de ser realizado!

Mais um vez entre em destaque o rápido “jogo de cintura” feminino para dar conta de tudo, com ênfase na organização, planejamento e foco em objetivos.

Ainda falta apoio às mulheres


Foi um caminho árduo para que fosse alcançado espaço no mercado dominado por homens e muitas coisas foram conquistadas nesse percurso, mas há muito a ser feito para que, de fato, o potencial delas, de todas as empreendedoras do Brasil, seja valorizado.

A valorização profissional, a remuneração igualitária, o preconceito e tantos outros entraves ainda existem, não apenas aqui, mas em muitos países. Para que isso mude é preciso, cada vez mais, conscientização, informação e oportunidades. As mulheres têm muito a oferecer para o mercado e isso já é uma realidade! 

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